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GOVERNANÇA NA COMISSÃO INTERGESTORES REGIONAL DA XI REGIÃO DE SAÚDE DE PERNAMBUCO: ATORES SOCIAIS E RECURSOS DE PODER

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 11:12 AM
 

Autor: ANDERSON DANILO DARIO LIMA

 

 

RESUMO
Introdução: a descentralização político-administrativa brasileira infere a essencialidade da solidariedade interfederativa para a sustentabilidade da política pública de saúde. No arranjo organizativo da região de saúde, a Comissão Intergestores Regional (CIR) é uma arena política que possibilita a negociação solidária entre os municípios, no sentido de viabilizarem a implantação de Redes de Atenção à Saúde (RAS), mediante o exercício da governança pública regional. Objetivo: analisar o sistema de governança regional em saúde quanto aos atores sociais envolvidos e os recursos de poder, objeto do processo decisório da Comissão Intergestores Regional. Metodologia: estudo de caso, de abordagem qualitativa e quantitativa, mediante a análise documental das atas de reuniões da CIR da XI Região de Saúde de Pernambuco, que aconteceram no período de novembro de 2014 a novembro de 2015. Resultados: ocorreram 14 reuniões (12 de caráter ordinárias e 2 extraordinárias), sendo incluídas como fonte de coleta de dados 14 atas. O valor máximo de participantes nas reuniões do colegiado foi de 48 atores sociais e valor mínimo de 17 atores sociais. As categorias Técnico da Regional e Sociedade Civil apresentaram o maior número absoluto de participantes em uma reunião, perfazendo um valor máximo de 13 atores sociais para cada categoria. Estes, foram seguidos pelo Gestor público municipal e Técnico Municipal, com valor máximo de 8 atores sociais cada. Já o Prestador privado participou de 7 reuniões, destas 5 foram ordinárias e 2 extraordinárias. Houve uma predominância do recurso de poder Organizacional - informações compartilhadas e do recurso de poder Organizacional – infraestrutura institucional, seguido pelo Financeiro – financiamento adequado. Discussão: o contexto sugere que a CIR é permeável a participação de atores sociais além daqueles definidos pelo regimento, possibilitando o surgimento de alternativas que fortalecem o planejamento loco-regional. A adesão do gestor público municipal à CIR influência no planejamento regional em saúde, e na conformação de uma rede de atenção em consonância com a dinâmica loco-regional, pois este é conhecedor das especificidades econômicas, administrativas e epidemiológicas do seu município. A esfera privada se posiciona de forma ativa no processo de planejamento loco-regional em saúde, devido, em parte a sua organização para ofertar os serviços mais lucrativos presentes no vazio assistencial da esfera pública. Sendo necessário o fortalecimento da regulação pública sobre o setor privado com vistas a primazia do coletivo. Há no contexto dos recursos de poder uma dissonância entre o conteúdo das informações compartilhadas da natureza das pactuações, sendo estas incipientes à conformação da RAS. Estando o ambiente de governança regional instituído como um espaço inovador, posicionado como um ambiente onde o fluxo de informação se posiciona de forma mais proeminente do que a deliberação para a consolidação da RAS. Conclusão: a fragilidade da adesão do Gestor público municipal, alinhado a presença de mais Técnicos estaduais e municipais, bem como, mais informações e poucas deliberações sugere que o processo decisório em saúde, quanto ao seu corpo robusto de decisões não migrou para o espaço da CIR, com a criação, mediante decreto presidencial, desse ambiente de governança.


Palavras-chave: Comissão Intergestores Regional. Atores Sociais. Recursos de Poder.

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Governança Regional da Rede Cegonha na XI Região de Saúde de Pernambuco

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 2:48 PM
 

Autora: RITA DE KÁSSIA RODRIGUES DE MELO MAGALHÃES E SILVA

 

Resumo

Esta pesquisa teve como por objetivo fazer uma análise de como a Rede Cegonha é abordada e inserida nas pautas da Comissão Intergestores Regional na XI região de Saúde de Pernambuco através da investigação dos processos de governança entre os entes gestores envolvidos no período de 2011 a 2017. Foi realizada análise das atas e observação das reuniões nos anos de 2016 e 2017 e também realizadas duas entrevistas com atores estratégicos neste processo. Os resultados indicam que a Rede Cegonha teve um pico de discussões concentradas nos anos de 2011 e 2012, ano em que houve sua implantação na regional, poucos avanços das ações planejadas em nas discussões presentes em 2013 e 2014 com detecção de problemáticas a respeito da assistência, aumento de número de mortalidade neonatal prejudicados pela baixa cobertura de pré-natal e falta da cobertura de alto risco, em 2015 e 2016 houve a estagnação do tema em processos de rotina de gestão, apenas com renovação da composição do grupo condutor e em 2017 há o resgate do tema por parte da Secretaria Estadual de Saúde com a necessidade de repactuação do desenho assistencial da regional e grande mobilização dos diferentes entes envolvidos no processo de governança para readequação da rede na busca de superação dos desafios da descentralização.

Palavras chaves: Materna-infantil, Política, Regionalização.

 

I

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INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO DO SUS: ANÁLISE SOBRE O CÂNCER DE MAMA E COLO DO ÚTERO NOS MUNICÍPIOS DO SERTÃO DO ARARIPE PERNAMBUCANO

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 11:27 AM
 

Autora: OLÍVIA JULIANA DE CARVALHO FEITOSA

 

Resumo

Este trabalho tem como objetivo identificar os municípios que apresentaram os planos de saúde e as programações municipais do ano de 2013 e 2014 da IX Região de Saúde e seus respectivos relatórios de gestão, bem como a inserção das ações de controle do câncer do colo do útero e da mama programadas. Trata-se de um estudo baseado na análise documental dos instrumentos de planejamento em saúde disponíveis no Sistema de Apoio à Construção do Relatório de Gestão do Sistema Único de Saúde referente ao ano de 2013 e 2014. A descrição será por município, analisando o que foi informado no sistema para o mesmo período. Destaca-se que há uma deficiência na programação e no cumprimento das ações referentes à saúde da mulher nos respectivos anos, além da ausência de algum destes instrumentos no sistema controlador. É importante reconhecer, contudo, que os desafios atuais e o nível alcançado pelos municípios exigem um novo posicionamento em relação ao processo de planejamento, a fim de favorecer a aplicação de toda a sua potencialidade, contribuindo de forma plena e efetiva para sua consolidação.


Palavras-chaves: Saúde da mulher; Planejamento em Saúde; Sistema Único de Saúde.

 

 

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Interprofissionalidade e formação na saúde: onde estamos?

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 3:55 PM
 
A temática da formação em saúde na perspectiva da interprofissionalidade acompanha o debate sobre as mudanças na educação superior há alguns anos. O esgotamento da perspectiva da uniprofissionalidade se tornou mais evidente, no caso do Brasil, com os debates sobre a integralidade em saúde, em particular no nascedouro da Reforma Sanitária, que mobilizou fortemente a formação e o trabalho na saúde. Rubem Mattos (2004) constatou que o termo, registrado como diretriz constitucional para o Sistema Único de Saúde (SUS) e usado como bandeira de lutas para os movimentos de mudança na organização e no funcionamento do sistema de saúde nos últimos 30 anos, tem funcionado como imagem-objetivo ou ideia-força para produzir deslocamentos, mobilizando pensamentos e práticas.
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IN-VISIBILIDADE DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: UM ESTUDO DESCRITIVO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO

by ESPPE Portal EAD - Friday, 9 July 2021, 9:54 AM
 

Autora: IRISLAINE GONÇALVES DE OLIVEIRA

 

RESUMO

Objetivo do estudo: conhecer a percepção de profissionais da atenção primária à saúde, de um município do sertão de Pernambuco, sobre a violência contra mulher e a notificação compulsória dos casos atendidos na rede. Metodologia: trata-se de um estudo descritivo, quanti-qualitativo, realizado a partir de dados epidemiológicos das notificações de violência contra mulher registrados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), no período de 2012 a 2016, e de entrevistas semiestruturadas, com participação de 12 profissionais de três Estratégias de Saúde da Família. Os dados quantitativos foram descritos em frequências absolutas e relativas e os qualitativos foram submetidos à análise de conteúdo, codificados, categorizados e discutidos à luz da revisão de literatura. Resultados: Emergem dos dados tanto o reconhecimento teórico dos profissionais sobre violência contra mulher quanto desconhecimento da estratégia de notificação compulsória. Conclusão: Observa-se que a invisibilidade dos casos de violência contra a mulher na atenção primária à saúde, podem dificultar as ações de atendimento integral das redes de atenção, proteção e garantia de direitos no enfrentamento a este problema.


Palavras-chave: Violência de Gênero, Notificação Compulsória, Atenção Básica

 

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Itinerário terapêutico de motociclistas acidentados da IV Regional de Saúde de Pernambuco

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 1:52 PM
 

Autora: Isabella Nayara Santos Silva

 

RESUMO

Introdução: Acidentes de transporte terrestre representam um importante problema para a saúde pública mundial em decorrência das altas taxas de mortalidade e morbidade relacionadas ao assunto. Segundo dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), os motociclistas apresentam a segunda maior taxa de internação hospitalar por acidente de trânsito. Objetivo: Conhecer o itinerário terapêutico de motociclistas vítimas de acidentes de trânsito atendidos no Hospital da Restauração Governador Paulo Guerra do Recife no ano de 2016. Método: Estudo descritivo cuja população foi composta por motociclistas maiores de 18 anos que sofreram acidente de trânsito terrestre e estavam internados no setor de trauma do Hospital da Restauração Governador Paulo Guerra entre os meses de maio a agosto de 2016, cujos municípios de ocorrência do acidente pertencem à IV Regional de Saúde do Estado de Pernambuco. Realizou-se a abordagem qualitativa e através de entrevista semi-estruturada os dados fora analisados com base na Análise de Conteúdo temática de Minayo. Resultados: Seis entrevistados, todos do sexo masculino, oriundos do estado de Pernambuco, com predominância de raça autorreferida, parda. Majoritariamente estavam na faixa etária de 20 – 29 anos. Quanto à escolaridade houve equivalência entre o ensino fundamental, completo ou incompleto e o ensino médio, completo ou incompleto. Todos os entrevistados encontravam-se empregados. A maioria possuía remuneração menor que dois salários mínimos. Nenhum dos entrevistados possuía plano de saúde privado. Entre os Eixos Temáticos considerados observou-se que os primeiros-socorros foram prestados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que conduziu os acidentados para hospitais de municípios da IV regional de saúde. Segundo os entrevistados os motivos das transferências hospitalares se deram pela falta de médicos especialistas e pela superlotação no Hospital Regional do Agreste (HRA). Conclusão: Este estudo sobre itinerário terapêutico de motociclistas acidentados possibilitou obter um panorama do perfil das vítimas de acidentes de moto na IV Região de Saúde de Pernambuco. Os subsídios gerados pelos resultados possibilitam os gestores obter maior conhecimento a cerca do perfil de motociclistas
acidentados e da utilização e limitações dos serviços de um hospital da Rede de Urgência e Emergência.


Palavras – chave: Acidentes de trânsito. Emergências. Morbidade. Mortalidade. Motocicletas. Serviços de Saúde.

 

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LINHAS DE CUIDADO DA TUBERCULOSE NO MUNICÍPIO DE SERRA TALHADA-PE

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 2:58 PM
 

Autora: WAGNA SAMY ALVES DOS SANTOS

 

 

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Marco para Ação em Educação Interprofissional e Prática Colaborativa

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 3:34 PM
 
Resumo executivo: Numa época em que o mundo enfrenta a falta de profissionais de saúde, os formuladores de políticas estão buscando estratégias inovadoras que possam ajudá-los a desenvolver políticas e programas para motivar a força de trabalho de saúde mundial. O Marco para Ação em Educação Interprofissional e Prática Colaborativa enfatiza a situação atual da colaboração interprofissional no mundo, identifica os mecanismos que resultam no trabalho em equipe colaborativo bem-sucedido e delineia uma série de itens para a ação que os formuladores de políticas podem aplicar em seu sistema de saúde local. O objetivo do Marco é fornecer estratégias e ideias que auxiliarão a educação interprofissional de saúde e a prática colaborativa que serão mais benéficas em sua própria jurisdição.
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MORTALIDADE MATERNA EM PERNAMBUCO: UM ESTUDO DE CASO

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 2:55 PM
 

Autora: TUANNY ITALLA MARQUES DA SILVA

 

RESUMO
Objetivo: analisar a assistência prestada dentro dos serviços de saúde a partir de um óbito materno ocorrido no ano de 2017 em um município que compõe a VII Regional de Saúde de Pernambuco. Método: trata-se de um estudo de caso realizado por meio de coleta de dados secundários. A análise dos resultados se deu através da organização das informações na Assistência prestada no pré-natal e na Assistência Hospitalar: Unidade Mista de Mirandiba; e Hospital Regional de Salgueiro/ UTI. Resultados: foi possível perceber que durante a assistência prestada à gestante houve falha na identificação de fatores de riscos gestacionais e no encaminhamento oportuno da mesma durante o pré-natal e na Unidade Mista, além da falha no estabelecimento do diagnóstico de síndrome hipertensiva diante das queixas apresentadas pela gestante. Após a discussão do caso no Grupo Técnico de Óbito Materno ele foi considerado como óbito ocorrido por causas evitáveis. Conclusão: diante disso conclui-se que, embora a gestante não tenha tido dificuldade de acesso aos serviços de saúde, a mesma não teve acesso ao médico da UBS, houve falha na identificação de fatores de riscos gestacionais e também no preenchimento adequado dos prontuários, o que prejudica uma melhor análise do caso.

Descritores: Mortalidade Materna; Fatores de Risco; Hipertensão Induzida pela Gravidez; Síndrome HELLP; Assistência Pré-Natal; Prevenção.

 

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MORTALIDADE MATERNA NA V REGIONAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO: UMA ANÁLISE DO ACESSO

by ESPPE Portal EAD - Wednesday, 7 July 2021, 2:39 PM
 

Autora: PRISCILA DE LIMA PENHA MESQUITA

 

RESUMO
O objetivo deste estudo foi analisar o acesso a serviços de saúde materna a partir de óbitos por causas obstétricas na V Regional de Saúde do estado de Pernambuco no ano de 2017. Para isto, foi realizado ume estudo descritivo de natureza qualitativa com abordagem fenomenológica que utiliza como desenho o estudo de casos em profundidade. A população de estudo foi constituída por 02 casos de óbitos maternos obstétricos, de mulheres residentes em municípios da V Regional de Saúde do estado de Pernambuco, no período compreendido entre primeiro de janeiro e 31 de dezembro de 2017. A análise do acesso teve como base o referencial teórico proposto por Thaddeus e Maine (1994). Nos estudo dos casos observou-se atrasos que poderiam ser decisivos para evitar a morte destas mulheres. As principais falhas se referiram a indisponibilidade ou dificuldades de acesso a sangue e derivados, medicamentos, transporte adequado, bem como quantidade de profissionais, além da qualificação profissional. Os achados deste estudo revelam que as principais dificuldades estiverem dentro dos serviços de saúde, apontando para a necessidade de estruturação e qualificação das maternidades localizadas nos municípios pequenos, bem como a estruturação de uma rede de atenção materna na região com ênfase no cuidado às complicações obstétricas.

 


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